A primeira ideia que nos ocorreu foi fazer um cartaz de blockbuster dos anos 70, ou nos moldes dos trabalhos do mestre Benício.
Manoel fez alguns estudos:

Infelizmente, apesar de mostrar todos os elementos principais da trama em composições arrojadas, não era bem isso que esperávamos como “efeito”. Então comecei a pensar se o “Carnaval”, tão presente na trama, não deveria ser evidenciado.
Desenvolvi o rough abaixo:
Ali estavam o carro alegórico, a passista, o efeito especial e os protagonistas, mas não claramente, em silhueta apenas.
Também não funcionou. O lettering, por outro lado, estava começando a tomar forma e resolvi mantê-lo no rascunho seguinte, mas com um swing “anos 70”.
O caminho, afinal, parecia estar mais claro - ou escuro, se levarmos em consideração a paleta de cores escolhida. No final, depois de muita discussão sobre anatomia e de como se arremessa uma granada (?!?!?), chegamos à uma proposta colorida.
Então, depois de uma verdadeira faxina, decidimos retirar todos os elementos que causavam ruído, voltamos com o conceito de cartaz de filme de ação para a quarta-capa (com o carro e os outros personagens, sendo que os soldadinhos migraram para as “orelhas” da capa) e fechamos no que seria a capa definitiva, já com desenhos de Manoel.
O logotipo de Osmarco Valladão ganhou uma tarja preta e “raios elétricos” substituíram os brilhos indefinidos de antes. O letreiramento também ganhou um update, ficou mais condizente com o clima de agressividade da história, e o alfabeto de apoio buscou aliar personalidade e discreção. O logo da Draco foi posicionado à direita inferior, ponto nobre da capa e consideramos o trabalho pronto.





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