segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Três esboços de Até Que Enfim é Sexta-Feira, por Manel Fogo
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| Guido numa situação... desconfortável. |
É, o guri é mesmo fogo.
Ao menos é o que julgo ao
ver os esboços de páginas de nossa nova HQ, Até Que Enfim é Sexta-feira,
continuação do lançamento de 2011, Para Tudo Se Acabar na
Quarta-Feira.
Pois é, as aventuras de Guido continuam,
dessa vez na tumultuada década de 1970, entre ditaduras, discotecas e
copacabanas. É, nosso anti-herói resolveu construir um futuro no passado.
E mais não digo.
Nah, digo sim. Essa história é uma baita experiência, pois pela primeira vez estamos criando a trama a quatro mãos, não apenas com palpites meus nos desenhos, mas com muitas sacadas do Manel no texto, sugerindo ideias e conceitos que eu jamais pensaria.
Quem gostou do álbum anterior vai mergulhar de cabeça. O problema será, depois que der uma olhada na arte finalizada, não querer voltar à surperfície para respirar. |
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| O sono tranquilo de Lovecraft. |
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| Bierce versus Crowley. Que vença o pior. |
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
As aventuras intemporais de Clandestina Candente de Cosa
Pelas mãos de Gérson Lodi-Ribeiro, um dos autores presentes na antologia original de 2000, um história da Intempol foi recém-publicada na coletânea Histórias de FC de Carla Cristina Pereira, pela Editora Draco.
Trata-se da noveleta Clandestina Candente de Cosa, que, além de mostrar as desventuras da protagonista, presta uma homenagem a diversos autores que ousaram viajar pelo(s) tempo(s) em seus textos literários.
Essa jornada de Lodi-Ribeiro pelos interstícios da agência temporal mais brasileira de todos os mundos possíveis já havia sido publicada no falecido site da Intempol, mas está de volta revisada e atualizada.
Quem não leu, corra antes que os últimos exemplares desapareçam num limbo espaço-temporal.
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| A criatura e o criador, em capa sugestiva de Erick Sama |
Trata-se da noveleta Clandestina Candente de Cosa, que, além de mostrar as desventuras da protagonista, presta uma homenagem a diversos autores que ousaram viajar pelo(s) tempo(s) em seus textos literários.
Essa jornada de Lodi-Ribeiro pelos interstícios da agência temporal mais brasileira de todos os mundos possíveis já havia sido publicada no falecido site da Intempol, mas está de volta revisada e atualizada.
Quem não leu, corra antes que os últimos exemplares desapareçam num limbo espaço-temporal.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
O projeto da capa de Intempol: Para tudo se acabar na quarta-feira
A primeira ideia que nos ocorreu foi fazer um cartaz de blockbuster dos anos 70, ou nos moldes dos trabalhos do mestre Benício.
Manoel fez alguns estudos:

Infelizmente, apesar de mostrar todos os elementos principais da trama em composições arrojadas, não era bem isso que esperávamos como “efeito”. Então comecei a pensar se o “Carnaval”, tão presente na trama, não deveria ser evidenciado.
Desenvolvi o rough abaixo:
Ali estavam o carro alegórico, a passista, o efeito especial e os protagonistas, mas não claramente, em silhueta apenas.
Também não funcionou. O lettering, por outro lado, estava começando a tomar forma e resolvi mantê-lo no rascunho seguinte, mas com um swing “anos 70”.
O caminho, afinal, parecia estar mais claro - ou escuro, se levarmos em consideração a paleta de cores escolhida. No final, depois de muita discussão sobre anatomia e de como se arremessa uma granada (?!?!?), chegamos à uma proposta colorida.
Então, depois de uma verdadeira faxina, decidimos retirar todos os elementos que causavam ruído, voltamos com o conceito de cartaz de filme de ação para a quarta-capa (com o carro e os outros personagens, sendo que os soldadinhos migraram para as “orelhas” da capa) e fechamos no que seria a capa definitiva, já com desenhos de Manoel.
O logotipo de Osmarco Valladão ganhou uma tarja preta e “raios elétricos” substituíram os brilhos indefinidos de antes. O letreiramento também ganhou um update, ficou mais condizente com o clima de agressividade da história, e o alfabeto de apoio buscou aliar personalidade e discreção. O logo da Draco foi posicionado à direita inferior, ponto nobre da capa e consideramos o trabalho pronto.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
A noite dos tempos: lançamento de Dieselpunk e Intempol: para tudo se acabar na quarta-feira
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| Os autores e o fim do estoque. Foto de Cláudia Quevedo Lodi |
A noite foi concorrida, com mais de sessenta pessoas percorrendo os corredores da livraria sob o olhar de Elisa Ventura, mix de empresária e agitadora cultural, que sempre abriu as portas da Blooks para eventos do porte da SpaceBlooks e diversos lançamentos.
Dentre os presentes, designers, acadêmicos, jornalistas e, claro, quadrinistas decidiram dar uma chance às aventuras movidas a diesel presentes nas noveletas da antologia literária e aos tiroteios intemporais da polícia cronal, em sua segunda investida em formato Graphic Novel.
Com texto de Octavio Aragão e desenhos de Manoel Ricardo, essa é a quarta história em quadrinhos baseada nas aventuras dos agentes intemporais surgidos na antologia de contos Intempol, lançada em dezembro de 2000, pela editora Ano Luz [as anteriores foram a webcomic A Mortífera Maldição da Múmia, de Carlos Orsi e Kalango Produktado, o álbum colorido The Long Yesterday (Comic Store, 2005) e Belvedere Blues (uma história curta publicada na revista Wizard, em 2006), ambas de Osmarco Valladão e Manoel Magalhães]. O que, porém, diferencia esse álbum das demais aventuras quadrinísticas da série é que, pela primeira vez, o cenário é brasileiro.
Estiveram presentes, entre diversos outros, convidados do naipe de Athos Eichler Cardoso, o maior conhecedor da obra de Angelo Agostini, pioneiro quadrinista ítalo-brasileiro, a doutora e pesquisadora Profª Rosza VelZoladz, o quadrinista Mig, parceiro de Ziraldo nas diversas séries do Menino Maluquinho, o colunista de O Globo Henrique Koifman, Carlos Hollanda, pesquisador, músico e professor, o designer e professor da EBA-UFRJ, Celso Guimarães (inspiração para um dos personagens da série Intempol e que foi devidamente apresentado à sua contraparte ficcional), Marcelo Serpa, publicitário, cientista político e professor da ECO-UFRJ, e o casal Glória e Amaury Fernandes, designer e coordenador de graduação da ECO-UFRJ. O pesquisador e quadrinista Carlos Eugênio Patati levou a filha, que compôs com meus filhos e os de outros convidados um inusitado e energético elenco infantil.
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| Mãos à obra! Foto de Cláudia Quevedo Lodi |
Do âmbito da ficção científica brasileira, o mais novo antologista da praça, Luiz Felipe Vasques, o multiartista Alexandre César, a volta de um dos decanos do CLFC, Rubenildo Pithon de Barros, a historiadora, escritora e publisher Ana Cristina Rodrigues, o colega hyperfanático Rafael Luppi, o amigo Professor Bruno, o jornalista Daniel Ribas, Pedro Barros, e o Homem Renascentista da FC brasileira, músico, poeta, escritor e antologista Braulio Tavares.
Também compareceram amigos dos autores de diversas áreas, desde o núcleo familiar, passando por alunos de hoje e ontem, até alguns do tipo “long time no see” de infância e adolescência que deram o ar da graça. Infelizmente, nem todos saíram com seus exemplares nas mãos, pois em pouco mais de sessenta minutos tanto Dieselpunk quanto Quarta-feira se esgotaram, mas isso não impediu a confraternização e boas horas de risadas, conversas e até uma gravação impagável para o podcast Quadrimcast, com as participações dos amigos Leandro Laurentino e esposa, Leo Spy e Nikita.
Resumindo, uma noite para não esquecer! Bom vinho, bons amigos e bom humor.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
E depois do Rio, Vitória!
O ilustrador Manoel Ricardo deu o toque pelo Facebook: dia 14 de dezembro tem lançamento de Para Tudo Se Acabar Na Quarta-feira na capital capixaba. Segue a mensagem:
“Não marquem nada pro dia 14 de Dezembro, hein? LANÇAMENTO da história em quadrinhos Para Tudo se Acabar na Quarta-Feira (Octavio Aragão e este ruivo desenhista que vos tecla) , no Hortomercado (Praia do Suá), com show da Babulina Sambagroove! Pra quem acha que não tem nada a ver samba com quadrinhos, compareça e comprove por A mais B!”
Só para deixar registrado, Manoel fará o que eu sempre tive vontade: misturar um show com um lançamento. Show de bola, guri!
Só para deixar registrado, Manoel fará o que eu sempre tive vontade: misturar um show com um lançamento. Show de bola, guri!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
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